Você é refém do vitimismo? Saia já desse cativeiro

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Pin It Share 0 LinkedIn 0 Filament.io 0 Flares ×

Você sofre de “vitimismo crônico”? Trabalhe seu auto conhecimento e tire essa doença da sua vida.

Uma tentativa frustrada. Aquela meta não alcançada ou o relacionamento que não deu certo. Já parou para pensar qual foi a chave do seu insucesso? Será que foi o descaso do seu parceiro? O azar que cruzou a sua porta? São seus amigos que não ajudam e te chamam toda hora pra comer fora ou não era mesmo a vontade de Deus que você continuasse assim? Você pode estar se deixando levar pelos artifícios do vitimismo, e deixando de crescer muito com isso.

Dentre todas as suas frustrações e insucessos, em quais deles a responsabilidade final foi sua?

alma - vitimismo - autoimagemVocê pode até não perceber, mas nossa cultura tem dado muito valor ao “coitadismo” e a defesa dos mais “fracos” (não me entenda mal, existem casos e casos ok?), reforçando o sentimento de auto piedade e acomodação. Se tornar alguém bem sucedido, material ou espiritualmente, se tornou motivo de certo constrangimento, um preconceito velado. Percebemos determinados grupos da sociedade recebendo privilégios por serem considerados minorias, enquanto cada vez menos se valoriza o empenho e o esforço individual. Assim reforça-se a crença de que o sofredor merece a recompensa, de que alguém é “culpado” ou deve pagar por toda dor que ele sofreu. Mas parando para pensar, o que a humanidade teria alcançado até hoje se todos os grandes filósofos, cientistas e inventores ficassem parados lamentando os fatos que deram errado em suas carreiras? Todas as vezes que ouviram a palavra NÃO, as humilhações que sofreram por acreditar no novo? E se tivessem cruzados os braços esperando um pedido de desculpas, ou um reembolso por danos morais?

Sem sombra de dúvida, o “vitimismo” pode ser o maior empecilho para o seu progresso!

secret-sun-on-his-face-1430922-1279x1705Como eu sei? Pense em quão autobiográfico pode ser um post para o seu autor. Mesmo com mais de dois anos de terapia nas costas, somente há pouquíssimo tempo percebi que estava nessa “retroalimentação do mal”. E como viciante ela pode ser. A “vítima”, numa visão superficial, parece estar sempre em sofrimento e dor (o que não deixa de ser verdade). Mas ela também é sempre amparada pelos outros, recebe poucas cobranças e sempre tem uma boa “desculpa” para seus fracassos. É como ter um álibi para todas as horas, o que torna a situação bem confortável. Você dá uma mancada com aquela pessoa que você mais gosta e, antes de assumir seu erro e pedir desculpas, seu subconsciente já sacou aquela “sofrência” do passado, o coração do outro se comove e tudo volta a ser como antes (na sua mente, pelo menos).

O que sei é que ter piedade de si mesmo pode ser viciante…

Ninguém aqui está dizendo que o seu problema não é ou foi nada. Que não doeu ouvir, viver aquilo ou que preconceito é algo que não existe. Vai por mim…eu sei. Não vou te contar aqui todo o bullyng, abuso, violência verbal, discriminação e inferiorização que eu já sofri, primeiro porque minha intenção aqui não é vender lenços. Segundo, porque eu estaria contradizendo tudo o que foi dito até aqui e mais uma vez me faria de vítima…e pra mim já deu!

Minha intenção é te passar a seguinte mensagem: está difícil pular essa dor do passado? Use-a como alavanca. Aprenda com ela, perceba a pessoa que essa vivência te tornou. Você pode se surpreender ao compreender que nem só coisas ruins resultaram da experiência. Se conheça mais através daquela situação, entenda no que ela o fortaleceu. Extraia o que for possível desse passado, deixe ele onde está e recomece a andar.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Os acontecimentos de uma vida vão deixando pequenas marcas na nossa alma, acredito nisso. Mas quem decide se serão eles que ditarão as regras do seu caminho é VOCÊ. O seu futuro é de sua inteira responsabilidade. Não importa o que seu pai disse, o que sua mãe ou seu chefe fizeram. É sua escolha sair ou não do poço do negativismo. Algumas vezes será tentador voltar para o comodismo da inferioridade. E aí então entra nosso auto conhecimento, para identificar o “gatilho” e escapar dele.

Como? Tomando a decisão dentro de você, todos os dias se for preciso. Pelo menos assim tenho feito.

E você? tem alguma estratégia para vencer a tentação de “se fazer de vítima”? Deixa aqui seu comentário, vamos para a troca de ideias. Se esse conteúdo foi útil para você ou pode ser para mais alguém, deixe seu curtir ou compartilhe.

Até mais!

Reservamos para você:

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 Google+ 0 Pin It Share 0 LinkedIn 0 Filament.io 0 Flares ×

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

20 + 6 =